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E é tao fácil olhar para ti e perder-me assim,
Fechar os olhos e acreditar no futuro,
acreditar em ti, no que dizes ao meu ouvido,
mas sei que tudo não passa de ilusão e abro os olhos
confiante de que verei a verdade.
Mas o que vejo são os teus olhos luzentes,
caídos sobre os meus, e quando menos espero
uma lágrima cai, redonda, e vai parar ao meu colo.
Como era bom se todas as fantasias e sonhos e desejos fossem reais.
Tu serias meu e eu tua.
Assim, dessa forma pura, despida de tudo o resto.
Apenas tu e eu.
Mas a realidade deita-nos um olhar discriminado.
Aqui estou eu.
E tu estás ali.
Nunca perto.
Nunca juntos.
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Divagaçoes XIII
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Outra vez aqui me encontro.
Aqui. Mas o que é este aqui? Que sitio é este que tanto me chama e que tanto me seduz, onde eu venho parar quando menos espero.
Aqui. Este local, este sitio inóspito que desconheço tanto quanto o resto. Não, o resto eu conheço, só mesmo este sitio é que não.
Mas algo aqui parece certo, algo aqui parece-me familiar. Não sei se o calor que exala, se o conforto que me concede ou o consolo de quem não tem rumo.
Aqui. Dentro de mim.
Aqui me encontro e aqui me perco.
Agora e sempre.
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Outra vez aqui me encontro.
Aqui. Mas o que é este aqui? Que sitio é este que tanto me chama e que tanto me seduz, onde eu venho parar quando menos espero.
Aqui. Este local, este sitio inóspito que desconheço tanto quanto o resto. Não, o resto eu conheço, só mesmo este sitio é que não.
Mas algo aqui parece certo, algo aqui parece-me familiar. Não sei se o calor que exala, se o conforto que me concede ou o consolo de quem não tem rumo.
Aqui. Dentro de mim.
Aqui me encontro e aqui me perco.
Agora e sempre.
Aqui. No meu coração.
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domingo, 1 de novembro de 2009
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