quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Eu. Tu e eu.


Eu.
Aqui, neste local, tentanto libertar as palavras e sentimentos que de mim querem escapar.
Querem saír livremente, passear pelas ruas do pensamento, contornar esquinas da memória,
e chegar aí, a ti, ao teu coração (ou ao meu que está aí bem perto).
Sentimentos felizes, que palpitam a cada lembrança tua.
Já viste como se torna complicado?
É que sabes... Se cada lembrança tua fosse apenas ocasional então tudo estaria bem, eu suportaria tal reboliço.
Mas não. Não é apenas ocasional. Nunca foi nem nunca será apenas isso.
É a todo o momento, a todo o segundo.
Estás aqui, na minha mente, e eu sorrio.
Sozinha eu sorrio. Com multidões eu sorrio.
Por ti. So por ti.

Agora e sempre.